OBJECTIVO PARA PORTUGAL

O REI CHEFE DE ESTADO

O partido do Rei é o interesse nacional!

A Monarquia não é uma ideologia, os partidos são ideológicos! O Rei não toma partido, não é de nenhum partido! ‘Partido é uma parte, sê inteiro’, escreveu Agostinho da Silva; ora inteiro só um Rei, pois um monarca não tem partido, a monarquia não é ideológica, os partidos são, logo a Monarquia é para todos, o Rei é supra-partidário e como tal não toma partido.

‘Governe-se com o Parlamento, é esse o meu maior desejo, mas para isso é necessário que ele também faça alguma coisa. É preciso obras e não palavras. De palavras, bem o sabemos, está o País farto. Não quer discussões políticas das quais pouco ou nenhum bem lhe virá, o que quer é que se discuta administração, que se discutam medidas que lhe sejam úteis. Assim poderá o País interessar-se pelo Parlamento; com discussões de mera política, interessará os amadores de escândalos vários, esses sim, mas fará com que a parte sensata e trabalhadora do País se desinteresse por completo daquilo que para nada lhe servirá.’– S.M.F. El-Rei Dom Carlos I de Portugal

De facto, a visão política do Rei Dom Carlos I era arguta e perspicaz, e ontem como hoje, exige-se trabalho útil ao Parlamento, clareza de intenções e transparência aos deputados. O País enfada-se com questiúnculas estéreis, com caça às sinecuras e proveitos, que por fraqueza ou vontade intencional desviam e impedem o progresso da Nação. Para quando um Parlamento verdadeiramente representativo que não se cinja a listas fechadas e cristalizadas pelos interesses politico-partidários.

Precisamos de um novo Regímen, com um Rei à cabeça como Chefe de Estado, é verdade, mas, também, de um novo Sistema Político.

Queremos um regime de Monarquia, em que, originariamente, o poder reside no Povo, contudo exerce-se sob a forma de governo monárquico.


https://plataformacidadaniamonarquica.wordpress.com/



DEMOCRACIA DIRECTA 

Aplicada a todos os níveis da governação.

O sistema orbita em torno de um parlamento bicameral, com representantes-deputados eleitos, como sucede na maior parte do mundo, mas onde (de forma bem diversa) os referendos podem vetar leis, sugerir novas leis ou modificar leis já existentes. Para além disto, os referendos podem também provocar a queda de governos em qualquer membro do governo, incluindo o Primeiro Ministro.

Sempre que o cidadão decidir questionar ou sugerir uma nova lei ao Parlamento deve reunir pelo menos 50 mil assinaturas num dado período de tempo. Posteriormente, a petição transforma-se em referendo onde participam todos os cidadãos e onde este é ou não aprovado por maioria simples. Se se tratar de uma alteração à Constituição, são contudo exigidas cem mil, em vez de 50 mil assinaturas na petição que desencadeia o processo. No referendo pode ser adicionada uma proposta que responda directamente ao tema do referendo. Uma vez aprovado pelos cidadãos, o Governo tem o dever imperativo de obedecer ao referendo estando este dever constitucionalmente consagrado.

O sistema produz um dos regimes democráticos mais imunes à corrupção e onde – paralelamente – os partidos políticos têm menos influência nos assuntos do governo. De forma correlacionada, torna o país quase sem nepotismo (favorecimento de amigos) e com maior transparência e qualidade no funcionalismo público.

 

http://movv.org/2013/04/27/a-democracia-direta-no-modelo-suico/



REGIME MONÁRQUICO

Os 10 países mais desenvolvidos do mundo

O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) é uma estatística composta usada para classificar os países de acordo com seus níveis de desenvolvimento – que variam de “muito elevado” para “baixo”.

Os países são analisados com base na expectativa de vida, educação, padrão de vida, bem-estar infantil, saúde, bem-estar económico e felicidade da população. Os críticos têm citado o IDH como impreciso ou vago, mas é uma medida muito usada para falar das condições de vida dos países globo afora.

 

Confira os 10 primeiros:

 http://revoada.net/os-10-paises-mais-desenvolvidos-do-mundo/